Um grupo expressivo de entidades do setor produtivo e da sociedade civil do Paraná e do Brasil divulgou, na última sexta-feira (2), um documento dirigido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido formal: que a corte se abstenha de tomar decisões de última hora, a menos de 48 horas da abertura das urnas, que possam alterar de maneira significativa o curso das eleições.

Assinam o apelo organizações como a Associação Comercial do Paraná, o Sistema Faep, a Fiep-PR, a Ocepar, a Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), a Gazeta do Povo, a Tribuna do Paraná, o Instituto Democracia e Liberdade (IDL), a ADVB-PR, o Instituto Liberal, o Amplifica Brasil e o Instituto Sivis.

Preocupação com o processo democrático

A preocupação central das entidades é que uma interferência judicial tão próxima ao dia da votação retire do eleitor a possibilidade de reconsiderar suas escolhas com base em novas informações. Para os signatários, agir dessa forma representaria um risco grave à democracia.

O presidente da Gazeta do Povo, Guilherme Cunha Pereira, explicou em vídeo que, caso algum candidato seja considerado inelegível, a solução mais adequada seria aguardar o resultado do pleito e, se necessário, realizar uma eleição suplementar. Dessa forma, os eleitores teriam tempo e informação suficientes para que o resultado das urnas reflita genuinamente a sua vontade.

"Não se trata de proteger um candidato, mas de proteger a eleição", afirmou Cunha Pereira, sintetizando a posição das entidades signatárias.

  • Associação Comercial do Paraná
  • Sistema Faep
  • Fiep-PR
  • Ocepar
  • Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil)
  • Gazeta do Povo
  • Tribuna do Paraná
  • Instituto Democracia e Liberdade (IDL)
  • ADVB-PR
  • Instituto Liberal
  • Amplifica Brasil
  • Instituto Sivis

Com informações de Tribuna do Paraná.

Fonte: Tribuna do Paraná.